WOW! AMAZING!cast 2 – Bar Brawl

30 Jun

Após o primeiro Level Up! Live Brasil, vários jornalistas e um representante da LU!G sentaram-se num bar da rua Augusta e não saíram de lá sem gravar um podcast.

Quem participou?

Flávia “ZENTI, É UMA GAROTA QUE JOGA” Gasi
Caio “TEIXEIRÃO” Teixeira
Bruno “ESBAGAÇADOR” Vasone
Gustavo “SABRINA” Petró
Gus “NÃO RI” Lanzetta
E MUITO MAIS GENTE CUJO NOME COMPLETO EU NÃO ME LEMBRO ENTÃO DEPOIS EU ATUALIZO AQUI

QUEM SAIU ILESO?

Ninguém.

 
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É Konami, acontece

24 Jun

Did you watch the press conference Konami held during E3 2010 last week? Neither did I, but someone who did posted this video of it:

Having watched that, a friend of mine sent me the link and demanded a musical remix. Well, here it is:

 
icon for podpress  Konami's E3 2010 Press Conference Remix [2:03m]: Play Now | Play in Popup | Download

WOW! AMAZING!cast – E3 2010 Audioblowout Extravaganza

22 Jun

Time compenetrado manda muito nesse tal de podcast.

Nem eu acreditava que iria voltar a postar nesse blog, muito menos pra subir um podcast. Mas cá estamos nós:

WOW! AMAZING!cast – E3 2010 Audioblowout Extravaganza

Gustavo “O FANTÁSTICO” Petró do G1

Bruno “BAGAÇÃO” Vasone do Arena Turbo

Kadú “THE SON OF ED BOON” Araújo da FD Comunicação

Caio “TEIXEIRÃO” Teixeira do Arena Turbo

Pablo “MENINÃO” Miyazawa da Rolling Stone

e eu, Gus “KITTYHAWK VS INTERCEPTOR” Lanzetta do Arena Turbo

DISCUTINDO TUDO E MAIS UM POUCO IMEDIATAMENTE APÓS SERMOS EXPULSOS DO LOS ANGELES CONVENTION CENTER EM LOS ANGELES… NA CALIFÓRNIA… NOS ESTADOS UNIDOS… DA AMÉRICA

BOOSH!!!!!!!!!

OUÇAÍ, MALANDRO:

 
icon for podpress  WOW! AMAZING!cast - E3 2010 Audioblowout Extravaganza [65:55m]: Play Now | Play in Popup | Download

RECICLANDO POSTS VELHOS: Twitter “Seqüestra” Debate, Mas Não Dura Muito Mais De 140 Caracteres

30 Apr

Faz tempo que não posto aqui, então fiquem com um post do ano passado que eu acho bem legal.

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Quando cheguei ao Media On – evento com palestras e discussões sobre jornalismo na “era online” – notei o telão que mostrava twitts marcados com a tag #mediaon. A maioria era de gente que estava lá, ou assistia às palestras pelo site do evento e queria, não, PRECISAVA postar uma frase dita por alguém que estava no palco. Não demorei muito pra pensar “Isso aí vai dar merda.” Até pensei em twittar “Quero ver quanto tempo dura esse telão até alguém postar um palavrão. #mediaon”, mas achei melhor não ser um instigador (coisa rara, adoro instigar).

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Chegou a hora do último painel do dia: “Jornalismo Sem Intermediários”. O Itaú Cultural estava lotado de gente que veio ver a parada só porque o Danilo Gentili faria parte da discussão. Eu, na minha falta de visão, não pude prever que seria esse o estopim para o telão com twitts ao vivo se tornar o verdadeiro astro do evento. Até então ele havia sido só uma espinha irritativa, destraindo a mim e outras pessoas quando queriamos ouvir o que Marcos Foglia, do Clarín Global, tinha a dizer.

O painel começou, percebi que este seria uma comédia, não pela presença do comediante/repórter do CQC, mas porque desde o primeiro momento tudo parecia uma bela comédia de erros.

A mediadora era Marion Strecker, diretora de conteúdo do UOL, eu nunca havia a visto ou ouvido falar no rádio nem nada, então não sei se o que se seguiu é corriqueiro, mas ela falava como quem estava tremendo de frio, uma cadência estranha e meio preocupante até, mas sei lá, cada um com seus problemas. Camilla Menezes, filha de Mano Menezes e que cuida do twitter dele, falou um pouco sobre o seu case. Ela ficou lá dizendo como o twitter do pai que ela escreve é muito legal, muito popular, muito isso e muito aquilo.

Depois foi a vez de Altino Machado, que faz o Blog da Amazônia, ir falar sobre a história dele fazendo jornalismo lá no cu do mundo: o Acre. Ele também acha que há muito preconceito dentro da imprensa quando se trata de cobrir acontecimentos no território amazonense e no norte do país em geral. Eu até concordo, mas não me importo tanto quanto ele, eu prefiro jogar pebolim. Altino também mencionou como o blog é mais rápido que Telex, acho que isso é falar sobre jornalismo na era da internet. Aí o tempo dele acabou, ficou tudo meio corrido e mais uma vez A VOZ DA AMAZÔNIA FOI EMUTECIDA PELA GRANDE IMPRENSA DO SUDESTE DESTE PAÍS! Ok, esta última parte foi só para apaziguar o tipo de gente que fala isso, mas quem fala isso também nem lê isso aqui.

Quando chegou a hora de Danilo Gentili falar ele não tinha uma apresentação em Power Point para mostrar. Levou menos dois pontos por falta de preparo. O garotão falou um pouco sobre gostar de fazer comédia e foi isso. Eu juro.

Agora todos os participantes estavam sentados e prontos para debater, mas primeiro Marion Strecker PRECISAVA perguntar mais algumas coisinhas sobre o twitter do Mano Menezes (a quem a própria filha se referia como “o Mano”, o que é meio estranho, confuso, será que é algum caso de incesto bizarro que faz com que o pai dela seja seu próprio mano?) Nessa hora eu já estava mais interessado em ler o spam que se acumula na minha caixa de emails do que ouvir alguma coisa sobre um treinador de futebol, mas Danilo meio que tentou polemizar e transformar aquilo em debate acusando o twitter de Mano Menezes de usar “script” (o esqueminha mutreteiro pra quem quer ganhar um montão de seguidores automaticamente). Não deu muito certo, a conversa durou pouco, o Gentili parecia ter desistido de brigar até porque Marion estava menos pra moderadora do que pra advogada de defesa da dona Camilla Menezes.

Mais ou menos nessa hora o telão chamou a atenção. Era um post de uma garota que dizia “É sério que as mensagens aparecem no telão? OMG! Danilo, me pega!”. Estou parafrazeando, essa coisa esperta que só quem não tá afim de achar o twitt original faz.

Muita gente começou a rir (eu também) e o flood de twitts tentando chamar a atenção a platéia começou, era gente falando que Camilla Menezes era Glória Peres, que Marion Strecker sofria do mau do sanduíche, que falava como uma cabra, etc.

O twitter havia seqüestrado o evento e assim a atenção de todos presentes, mas durou pouco. O telão voltou a exibir o logo do Media On e toda a diversão acabou.

Ao invés de discutirem a fundo o que havia ocorrido Marion Strecker preferiu continuar lendo perguntas da platéia sobre o pseudo-racismo de Danilo e a personalidade dividida de Camilla Menezes, que trabalha sendo o próprio pai na internet.

Camilla não pareceu entender o comentário de que o twitter de Mano Menezes tinha sim um intermediário: Ela. Menezes continuava a dizer somente “Não tem intermediário. Quando ele entra lá, ele lê o que quiser. Quando eu posto algo, ele pode dizer depois que não gostou.” Pois então, só depois da INTERMEDIÁRIA ter decidido o que postar. Mas deixa pra lá, eu não ligo e nem sigo o Mano Menezes no twitter.

Quanto as questões do diploma de Danilo Gentili, sua “falta de controle” quando se trata de postar piadas e comentários no twitter e coisas do gênero, elas foram dispensadas rapidamente por um Danilo que não parecia muito afim de discutir nada. Ele só dizia “É porque é meu, eu faço o que quiser.” e “Eu sou gente como vocês.” Que comentariozinho mais sulamericano. Claro que você é gente como a gente, mas Danilo, gente como a gente não é repórter do CQC, comediante famoso e nem tá ali no palco participando do debate.

Enfim, tudo foi meio corrido, nada pareceu remeter ao tema “Twitters e blogs aproximam fonte e consumidor de informação” e o pobre Altino Machado ficou, como o Acre, meio esquecido ali do lado.

Escrevendo Altas Bobagens

10 Mar

SÓ BOBAGEM!

Sonho de Infância

01 Mar

Eu ADORO copiar release, né?

Então: não. O esquema é tirar sarro no Freeko.biz então.

Novo Esquema

22 Feb

Opa, faz um tempão que não escrevo nada aqui, mas agora tô escrevendo (e fazendo vídeos)

LÁ.

Assisti: Matador Implacável (AGORA TEM SHAO KAHN NO MEIO)

10 Jan

Se você ainda não leu o meu post que explica o que é esta obra cinematográfica notória, por favor, faça-o antes de ler este texto.

Decidi que hoje ia enfrentar a difícil tarefa de assistir, por completo, Matador Implacável (vulgo Lesser of Three Evils, vulgo Fist of the Warrior). O fiz, são só 81 minutos, mas não foi fácil.

O problema já começou com a enxurrada de trailers vagabundos que durou uns bons dez minutos. Pelo menos entre eles estava essa gema rara de trailer:

(Agora imagine isso, só que em português.)

O menu é qualidade PURA, sente só:

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E sim, o menu tem as barras de letterbox, só porque quem o fez é COMPETENTE PRA CARALHO. E não se anime com os extras, eles são: sinopse do filme e mini-biografias de dois dos atores.

O carrancudo aí da foto acima é um cara que já teve carreira, foi vilão em O Máscara, apareceu em Pulp Fiction e tudo mais. Nesse filme ele é meio que o vilão, mas não se engane: ele aparece MUITO mais do que o “protagonista” que, por não saber atuar aparece muito pouco e só é introduzido de verdade depois da metade do filme.

Voltando ao loirinho: ele parece cuidar duma boate de strip-tease pra um mafiosão mafiosinho 100% esteriótipo, até que um dia ele decide que também quer traficar um pó. Dito e feito ele rouba um pó duns caras e vende.

Nesse a gente acaba conhecendo um detetive muito mala que tem uma mulher alcóolatra que não tá afim de aturar nada dele nem de atuar de verdade. Ele parece é o típico policial corrupto chatão que você tem que odiar, mas como tudo no filme, não dá pra levar ele a sério, não só porque eu não entendi nada da história dele, mas porque olha a cara dele:

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Um personagem que eu achei muito pouco utilizado é o comparsa brutamontes, mas submisso e boboca do vilão loiro. Ele fala algo sobre usar a arma da namorada lá perto do fim do filme, acho que era pra ser engraçado, marquei pontos pra ele. Mas ele leva o HIGH SCORE do filme porque é ninguém mais, ninguém menos, do que Brian Thompson. Não reconhece o nome? Não me surpreendo, mas ele é:

vlcsnap-2010-01-10-22h55m35s38(2) O SHAO KAHN DE MORTAL KOMBAT: A ANIQUILAÇÃO!

É isso mesmo: o filme conta com o Liu Kang/Shang Tsung de Mortal Kombat e Mortal Kombat II enfrentando um aliado do Shao Kahn de Mortal Kombat: A Aniquilação. AWESOME POINTS: TOO FUCKING MANY!

Depois de traficar umas drogas, o loirinho decide matar seu chefinho da mafia inexistente. Pra isso ele chama o nosso herói: Lee Choe. Isso mesmo, só agora a gente tem alguma idéia de quem seria este cara que, SUPOSTAMENTE, é a estrela do filme. Mais cedo ele aparece dando oi pruma mina lá, mas é só isso. Enfim, Lee diz que nem vai matar ninguém, que vai mudar de vida, ir no Roda a Roda Jequiti, pagar “as dívida” e comprar uma casa própria com o dinheiro da Tele-Sena. O loirinho roda a bahiana e diz que vai contar tudo pra mãe dele namorada do Lee.

“Contar pra namorada” aparentemente é código pra estuprar na frente dele e ainda matar só porque ela tentou fugir. Nessa o Lee fica PUTO e sai matando todo mundo que trabalha com/para/perto do loirinho. E é isso que ele faz no restinho do filme.

Em algum momento nosso detetive maroto leva uma bronca do meu chefe de polícia fictício favorito:

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image Depois ele vai até uma médica/mina de jaleco que faz umas pesquisa num PCzinho maroto e diz que Lee serviu no exército. O detetive vai atrás dum mano do exército que serviu junto do nosso herói. Ele diz algo sobre ele amar a mina dele mais do que eu amo Mini Bis e que se mataram ela, ele não vai parar até acabar com todos, tipo eu quando abro um copinho de Mini Bis.

Depois disso não me lembro se ele aparece de novo, mas quem aparece é Lee, conversando com um chefão do crime que diz pra ele que os outros chefões dão permissão pra ele acabar com a raça do loirinho. Lee o faz rapidamente e sem ninguém (leia-se: eu e meu primo, que aturou o essa merda comigo) entender nada o filme acaba. Nem créditos rolam, já cai de volta no menu. (Quem dera fosse assim com todo filme).

“Mas sem créditos, Gus?” Pois é, chuto que isso tem algo a ver com o fato do filme ter sido lançado aqui em 2007, dois anos antes dos produtores lançarem ele nos EUA. Isso somado às cenas sem sonoplastia alguma e outras em que mal se ouve os atores me faz acreditar que a versão lançada aqui seja um work in progress, mas que a Platina Filmes (mais uma ilustre empresa com site oficial hospedado no blogspot) não liga.

Além disso, o diretor Wayne Kennedy (que nunca dirigiu outra coisa, chuto que nem bicicleta) não sabe pra que serve iluminação. Todas as cenas do filme são extremamente escuras e em algumas fica difícil saber o que está acontecendo (mas pelo menos isso combina bem com o fato de eu me sentir assim com a história, MUITA SINERGIA). Outro “estilo” dele é repetir o mesmo chute, soco ou whatever várias vezes, só pra você sentir o quanto aquilo ali não é falso e como deve ter doído. Ah como eu adoro técnicas infanto-juvenis de direção.

Recomendo? Ô!

 

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Não seria “aumentam”?

Matador Implacável: A Intriga de Dois Liu Kangs

10 Jan

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Em algum momento de 2008, ao sair da redação da Digerati com o companheiro Claudio Prandoni e andar pela paulista, como era costumeiro, me deparei com o DVD presente na fotografia acima: Matador Implacável.

O que mais me chamou a atenção não foi nem o nome do filme (que impõe respeito), mas a presença imponente de Robin Shou (que interpretou Liu Kang nos filmes Mortal Kombat e Mortal Kombat: A Aniquilação). E não só ele esta lá com cara de “Vou te quebrar, seu animal.” mas ele está vestido de Liu Kang, o que só aumenta a credibilidade da ameaça.

Ontem, durante o happy hour eu mencionei a existência desse DVD em minha imensa coleção de porcarias e disse “E estrela o Ho Sung Pak, que fez o Liu Kang no filme do Mortal Kombat.” Nessa o Kadú Araújo, da FD Comunicação, indagou se Ho Sung Pak não era, na verdade, o ator que “interpretou” Liu Kang nos dois primeiros jogos da série.

Parei. Pensei. Ele estava certo.

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SemNomeCast 2010: Happy Hour dos Mano DUSGAME

09 Jan

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Pra começar 2010 postando coisas inúteis e desinteressantes, aqui vai um combo de SemNomeCast com fotos e vídeo suplementar.

Este SemNomeCast (ou SNC) conta com a presença dos ilustríssimos Caio Corraini, Claudio Prandoni, Daniel e Manuel (a dupla que rima com Latamel) e Kadú Araujo, que rima com pé sujo.

As foto se encontram AQUI.

O vídeo é este (VERSÃO EM MELHOR QUALIDADE EM BREVE):

E o podcast está aqui:

 
icon for podpress  SemNomeCast 2010: Happy Hour DUSGAMES [47:21m]: Play Now | Play in Popup | Download

E se você está se perguntando pra que fazer tanto bafafá virtual por causa de um happy hour, é porque a gente é muito multimedia, muito web 2.0 e muito tudo isso aí e muito mais.