Sonho de Infância
Eu ADORO copiar release, né?
Então: não. O esquema é tirar sarro no Freeko.biz então.
Novo Esquema
Opa, faz um tempão que não escrevo nada aqui, mas agora tô escrevendo (e fazendo vídeos)
LÁ.
Assisti: Matador Implacável (AGORA TEM SHAO KAHN NO MEIO)
Se você ainda não leu o meu post que explica o que é esta obra cinematográfica notória, por favor, faça-o antes de ler este texto.
Decidi que hoje ia enfrentar a difícil tarefa de assistir, por completo, Matador Implacável (vulgo Lesser of Three Evils, vulgo Fist of the Warrior). O fiz, são só 81 minutos, mas não foi fácil.
O problema já começou com a enxurrada de trailers vagabundos que durou uns bons dez minutos. Pelo menos entre eles estava essa gema rara de trailer:
(Agora imagine isso, só que em português.)
O menu é qualidade PURA, sente só:
E sim, o menu tem as barras de letterbox, só porque quem o fez é COMPETENTE PRA CARALHO. E não se anime com os extras, eles são: sinopse do filme e mini-biografias de dois dos atores.
O carrancudo aí da foto acima é um cara que já teve carreira, foi vilão em O Máscara, apareceu em Pulp Fiction e tudo mais. Nesse filme ele é meio que o vilão, mas não se engane: ele aparece MUITO mais do que o “protagonista” que, por não saber atuar aparece muito pouco e só é introduzido de verdade depois da metade do filme.
Voltando ao loirinho: ele parece cuidar duma boate de strip-tease pra um mafiosão mafiosinho 100% esteriótipo, até que um dia ele decide que também quer traficar um pó. Dito e feito ele rouba um pó duns caras e vende.
Nesse a gente acaba conhecendo um detetive muito mala que tem uma mulher alcóolatra que não tá afim de aturar nada dele nem de atuar de verdade. Ele parece é o típico policial corrupto chatão que você tem que odiar, mas como tudo no filme, não dá pra levar ele a sério, não só porque eu não entendi nada da história dele, mas porque olha a cara dele:
Um personagem que eu achei muito pouco utilizado é o comparsa brutamontes, mas submisso e boboca do vilão loiro. Ele fala algo sobre usar a arma da namorada lá perto do fim do filme, acho que era pra ser engraçado, marquei pontos pra ele. Mas ele leva o HIGH SCORE do filme porque é ninguém mais, ninguém menos, do que Brian Thompson. Não reconhece o nome? Não me surpreendo, mas ele é:
O SHAO KAHN DE MORTAL KOMBAT: A ANIQUILAÇÃO!
É isso mesmo: o filme conta com o Liu Kang/Shang Tsung de Mortal Kombat e Mortal Kombat II enfrentando um aliado do Shao Kahn de Mortal Kombat: A Aniquilação. AWESOME POINTS: TOO FUCKING MANY!
Depois de traficar umas drogas, o loirinho decide matar seu chefinho da mafia inexistente. Pra isso ele chama o nosso herói: Lee Choe. Isso mesmo, só agora a gente tem alguma idéia de quem seria este cara que, SUPOSTAMENTE, é a estrela do filme. Mais cedo ele aparece dando oi pruma mina lá, mas é só isso. Enfim, Lee diz que nem vai matar ninguém, que vai mudar de vida, ir no Roda a Roda Jequiti, pagar “as dívida” e comprar uma casa própria com o dinheiro da Tele-Sena. O loirinho roda a bahiana e diz que vai contar tudo pra mãe dele namorada do Lee.
“Contar pra namorada” aparentemente é código pra estuprar na frente dele e ainda matar só porque ela tentou fugir. Nessa o Lee fica PUTO e sai matando todo mundo que trabalha com/para/perto do loirinho. E é isso que ele faz no restinho do filme.
Em algum momento nosso detetive maroto leva uma bronca do meu chefe de polícia fictício favorito:
Depois ele vai até uma médica/mina de jaleco que faz umas pesquisa num PCzinho maroto e diz que Lee serviu no exército. O detetive vai atrás dum mano do exército que serviu junto do nosso herói. Ele diz algo sobre ele amar a mina dele mais do que eu amo Mini Bis e que se mataram ela, ele não vai parar até acabar com todos, tipo eu quando abro um copinho de Mini Bis.
Depois disso não me lembro se ele aparece de novo, mas quem aparece é Lee, conversando com um chefão do crime que diz pra ele que os outros chefões dão permissão pra ele acabar com a raça do loirinho. Lee o faz rapidamente e sem ninguém (leia-se: eu e meu primo, que aturou o essa merda comigo) entender nada o filme acaba. Nem créditos rolam, já cai de volta no menu. (Quem dera fosse assim com todo filme).
“Mas sem créditos, Gus?” Pois é, chuto que isso tem algo a ver com o fato do filme ter sido lançado aqui em 2007, dois anos antes dos produtores lançarem ele nos EUA. Isso somado às cenas sem sonoplastia alguma e outras em que mal se ouve os atores me faz acreditar que a versão lançada aqui seja um work in progress, mas que a Platina Filmes (mais uma ilustre empresa com site oficial hospedado no blogspot) não liga.
Além disso, o diretor Wayne Kennedy (que nunca dirigiu outra coisa, chuto que nem bicicleta) não sabe pra que serve iluminação. Todas as cenas do filme são extremamente escuras e em algumas fica difícil saber o que está acontecendo (mas pelo menos isso combina bem com o fato de eu me sentir assim com a história, MUITA SINERGIA). Outro “estilo” dele é repetir o mesmo chute, soco ou whatever várias vezes, só pra você sentir o quanto aquilo ali não é falso e como deve ter doído. Ah como eu adoro técnicas infanto-juvenis de direção.
Recomendo? Ô!
Não seria “aumentam”?
Matador Implacável: A Intriga de Dois Liu Kangs
Em algum momento de 2008, ao sair da redação da Digerati com o companheiro Claudio Prandoni e andar pela paulista, como era costumeiro, me deparei com o DVD presente na fotografia acima: Matador Implacável.
O que mais me chamou a atenção não foi nem o nome do filme (que impõe respeito), mas a presença imponente de Robin Shou (que interpretou Liu Kang nos filmes Mortal Kombat e Mortal Kombat: A Aniquilação). E não só ele esta lá com cara de “Vou te quebrar, seu animal.” mas ele está vestido de Liu Kang, o que só aumenta a credibilidade da ameaça.
Ontem, durante o happy hour eu mencionei a existência desse DVD em minha imensa coleção de porcarias e disse “E estrela o Ho Sung Pak, que fez o Liu Kang no filme do Mortal Kombat.” Nessa o Kadú Araújo, da FD Comunicação, indagou se Ho Sung Pak não era, na verdade, o ator que “interpretou” Liu Kang nos dois primeiros jogos da série.
Parei. Pensei. Ele estava certo.
SemNomeCast 2010: Happy Hour dos Mano DUSGAME
Pra começar 2010 postando coisas inúteis e desinteressantes, aqui vai um combo de SemNomeCast com fotos e vídeo suplementar.
Este SemNomeCast (ou SNC) conta com a presença dos ilustríssimos Caio Corraini, Claudio Prandoni, Daniel e Manuel (a dupla que rima com Latamel) e Kadú Araujo, que rima com pé sujo.
As foto se encontram AQUI.
O vídeo é este (VERSÃO EM MELHOR QUALIDADE EM BREVE):
E o podcast está aqui:
E se você está se perguntando pra que fazer tanto bafafá virtual por causa de um happy hour, é porque a gente é muito multimedia, muito web 2.0 e muito tudo isso aí e muito mais.
PlayStation 2 no Brasil
O japa tá cheio das info e algumas delas trazidas por mim, sacomé.
New Super Mario Bros. Wii: O Que Eu Achei
Aviso: Não joguei "todo" o jogo. Aproveitei o evento de lançamento para jogar várias fases no modo competitivo e mais ou menos umas duas horas para jogar os três primeiros mundos com mais três jogadores.Este texto é simplesmente uma crítica do que pude jogar de NSMBW.
New Super Mario Bros. Wii não é, como a Nintendo anda dizendo, uma verdadeira continuação de Super Mario Bros. 3 ou Super Mario World.
Aí é que dá merda.
O jogo, como seu nome incrivelmente besta já indica, é uma continuação de New Super Mario Bros. Que, por sua vez, é quase uma continuação de Super Mario Bros., porque ignora muitos elementos introduzidos em SMB3 e SMW, mas inclui futilidades copiadas de Super Mario 64 e outros jogos 3D do encanador italiano.
Fame
Fame é um filme sobre jovens que querem ser famosos estudando diferentes artes performáticas na escola em que todos os personagens de High School Musical gostariam de estudar.
Se esse último parágrafo lhe deixou com vontade de ver o filme, corra, saia daqui, pois eu não gosto de você e você não vai gostar do meu texto.
O maior defeito de Fame é a falta de uma história. Sim, há um colégio, há personagens, eles têm sonhos. Mas não passa muito disso, nunca nos aprofundamos muito nos objetivos e nos conflitos dos estudantes, com certeza um dos efeitos colaterais de tentar acompanhar três anos na vida de uma meia dúzia de adolescentes.
Alguns querem ser cantores, alguns querem ser rappers, outros querem dançar balé e tem uma menininha lá que quer ser atriz. Ah, também tem a menina que vira atriz no meio do filme, mas eu tinha me esquecido. Sabe por quê? Porque a trama da coitadinha é tão bem desenvolvida quanto um feto alimentado com Talidomida. Na verdade nenhuma trama é desenvolvida, coisas acontecem e parecem ter algum efeito, mas nada muito discernível. Em alguns momentos foi um alívio, já que eu não curto muito aturar momentos de drama adolescente sendo mal interpretados por uns pós-adolescentes que não sabem fazer nada do que fingem fazer no filme.
Não vi o Fame de 1980, mas vou apostar que não é tão ruim e dispensável, já que conseguiu gerar uma série de TV e até esse ramake.



