Archive for the ‘Culture’ Category

RECICLANDO POSTS VELHOS: Twitter “Seqüestra” Debate, Mas Não Dura Muito Mais De 140 Caracteres


30 Apr

Faz tempo que não posto aqui, então fiquem com um post do ano passado que eu acho bem legal.

-

Quando cheguei ao Media On – evento com palestras e discussões sobre jornalismo na “era online” – notei o telão que mostrava twitts marcados com a tag #mediaon. A maioria era de gente que estava lá, ou assistia às palestras pelo site do evento e queria, não, PRECISAVA postar uma frase dita por alguém que estava no palco. Não demorei muito pra pensar “Isso aí vai dar merda.” Até pensei em twittar “Quero ver quanto tempo dura esse telão até alguém postar um palavrão. #mediaon”, mas achei melhor não ser um instigador (coisa rara, adoro instigar).

image

Chegou a hora do último painel do dia: “Jornalismo Sem Intermediários”. O Itaú Cultural estava lotado de gente que veio ver a parada só porque o Danilo Gentili faria parte da discussão. Eu, na minha falta de visão, não pude prever que seria esse o estopim para o telão com twitts ao vivo se tornar o verdadeiro astro do evento. Até então ele havia sido só uma espinha irritativa, destraindo a mim e outras pessoas quando queriamos ouvir o que Marcos Foglia, do Clarín Global, tinha a dizer.

O painel começou, percebi que este seria uma comédia, não pela presença do comediante/repórter do CQC, mas porque desde o primeiro momento tudo parecia uma bela comédia de erros.

A mediadora era Marion Strecker, diretora de conteúdo do UOL, eu nunca havia a visto ou ouvido falar no rádio nem nada, então não sei se o que se seguiu é corriqueiro, mas ela falava como quem estava tremendo de frio, uma cadência estranha e meio preocupante até, mas sei lá, cada um com seus problemas. Camilla Menezes, filha de Mano Menezes e que cuida do twitter dele, falou um pouco sobre o seu case. Ela ficou lá dizendo como o twitter do pai que ela escreve é muito legal, muito popular, muito isso e muito aquilo.

Depois foi a vez de Altino Machado, que faz o Blog da Amazônia, ir falar sobre a história dele fazendo jornalismo lá no cu do mundo: o Acre. Ele também acha que há muito preconceito dentro da imprensa quando se trata de cobrir acontecimentos no território amazonense e no norte do país em geral. Eu até concordo, mas não me importo tanto quanto ele, eu prefiro jogar pebolim. Altino também mencionou como o blog é mais rápido que Telex, acho que isso é falar sobre jornalismo na era da internet. Aí o tempo dele acabou, ficou tudo meio corrido e mais uma vez A VOZ DA AMAZÔNIA FOI EMUTECIDA PELA GRANDE IMPRENSA DO SUDESTE DESTE PAÍS! Ok, esta última parte foi só para apaziguar o tipo de gente que fala isso, mas quem fala isso também nem lê isso aqui.

Quando chegou a hora de Danilo Gentili falar ele não tinha uma apresentação em Power Point para mostrar. Levou menos dois pontos por falta de preparo. O garotão falou um pouco sobre gostar de fazer comédia e foi isso. Eu juro.

Agora todos os participantes estavam sentados e prontos para debater, mas primeiro Marion Strecker PRECISAVA perguntar mais algumas coisinhas sobre o twitter do Mano Menezes (a quem a própria filha se referia como “o Mano”, o que é meio estranho, confuso, será que é algum caso de incesto bizarro que faz com que o pai dela seja seu próprio mano?) Nessa hora eu já estava mais interessado em ler o spam que se acumula na minha caixa de emails do que ouvir alguma coisa sobre um treinador de futebol, mas Danilo meio que tentou polemizar e transformar aquilo em debate acusando o twitter de Mano Menezes de usar “script” (o esqueminha mutreteiro pra quem quer ganhar um montão de seguidores automaticamente). Não deu muito certo, a conversa durou pouco, o Gentili parecia ter desistido de brigar até porque Marion estava menos pra moderadora do que pra advogada de defesa da dona Camilla Menezes.

Mais ou menos nessa hora o telão chamou a atenção. Era um post de uma garota que dizia “É sério que as mensagens aparecem no telão? OMG! Danilo, me pega!”. Estou parafrazeando, essa coisa esperta que só quem não tá afim de achar o twitt original faz.

Muita gente começou a rir (eu também) e o flood de twitts tentando chamar a atenção a platéia começou, era gente falando que Camilla Menezes era Glória Peres, que Marion Strecker sofria do mau do sanduíche, que falava como uma cabra, etc.

O twitter havia seqüestrado o evento e assim a atenção de todos presentes, mas durou pouco. O telão voltou a exibir o logo do Media On e toda a diversão acabou.

Ao invés de discutirem a fundo o que havia ocorrido Marion Strecker preferiu continuar lendo perguntas da platéia sobre o pseudo-racismo de Danilo e a personalidade dividida de Camilla Menezes, que trabalha sendo o próprio pai na internet.

Camilla não pareceu entender o comentário de que o twitter de Mano Menezes tinha sim um intermediário: Ela. Menezes continuava a dizer somente “Não tem intermediário. Quando ele entra lá, ele lê o que quiser. Quando eu posto algo, ele pode dizer depois que não gostou.” Pois então, só depois da INTERMEDIÁRIA ter decidido o que postar. Mas deixa pra lá, eu não ligo e nem sigo o Mano Menezes no twitter.

Quanto as questões do diploma de Danilo Gentili, sua “falta de controle” quando se trata de postar piadas e comentários no twitter e coisas do gênero, elas foram dispensadas rapidamente por um Danilo que não parecia muito afim de discutir nada. Ele só dizia “É porque é meu, eu faço o que quiser.” e “Eu sou gente como vocês.” Que comentariozinho mais sulamericano. Claro que você é gente como a gente, mas Danilo, gente como a gente não é repórter do CQC, comediante famoso e nem tá ali no palco participando do debate.

Enfim, tudo foi meio corrido, nada pareceu remeter ao tema “Twitters e blogs aproximam fonte e consumidor de informação” e o pobre Altino Machado ficou, como o Acre, meio esquecido ali do lado.

O Twitter “Sequestra” Debate, Mas Não Dura Muito Mais Que 140 Caracteres


29 Oct

Quando cheguei ao Media On – evento com palestras e discussões sobre jornalismo na “era online” – notei o telão que mostrava twitts marcados com a tag #mediaon. A maioria era de gente que estava lá, ou assistia às palestras pelo site do evento e queria, não, PRECISAVA postar uma frase dita por alguém que estava no palco. Não demorei muito pra pensar “Isso aí vai dar merda.” Até pensei em twittar “Quero ver quanto tempo dura esse telão até alguém postar um palavrão. #mediaon”, mas achei melhor não ser um instigador (coisa rara, adoro instigar).

image

Chegou a hora do último painel do dia: “Jornalismo Sem Intermediários”. O Itaú Cultural estava lotado de gente que veio ver a parada só porque o Danilo Gentili faria parte da discussão. Eu, na minha falta de visão, não pude prever que seria esse o estopim para o telão com twitts ao vivo se tornar o verdadeiro astro do evento. Até então ele havia sido só uma espinha irritativa, destraindo a mim e outras pessoas quando queriamos ouvir o que Marcos Foglia, do Clarín Global, tinha a dizer.

O painel começou, percebi que este seria uma comédia, não pela presença do comediante/repórter do CQC, mas porque desde o primeiro momento tudo parecia uma bela comédia de erros.

A mediadora era Marion Strecker, diretora de conteúdo do UOL, eu nunca havia a visto ou ouvido falar no rádio nem nada, então não sei se o que se seguiu é corriqueiro, mas ela falava como quem estava tremendo de frio, uma cadência estranha e meio preocupante até, mas sei lá, cada um com seus problemas. Camilla Menezes, filha de Mano Menezes e que cuida do twitter dele, falou um pouco sobre o seu case. Ela ficou lá dizendo como o twitter do pai que ela escreve é muito legal, muito popular, muito isso e muito aquilo.

Depois foi a vez de Altino Machado, que faz o Blog da Amazônia, ir falar sobre a história dele fazendo jornalismo lá no cu do mundo: o Acre. Ele também acha que há muito preconceito dentro da imprensa quando se trata de cobrir acontecimentos no território amazonense e no norte do país em geral. Eu até concordo, mas não me importo tanto quanto ele, eu prefiro jogar pebolim. Altino também mencionou como o blog é mais rápido que Telex, acho que isso é falar sobre jornalismo na era da internet. Aí o tempo dele acabou, ficou tudo meio corrido e mais uma vez A VOZ DA AMAZÔNIA FOI EMUTECIDA PELA GRANDE IMPRENSA DO SUDESTE DESTE PAÍS! Ok, esta última parte foi só para apaziguar o tipo de gente que fala isso, mas quem fala isso também nem lê isso aqui.

Quando chegou a hora de Danilo Gentili falar ele não tinha uma apresentação em Power Point para mostrar. Levou menos dois pontos por falta de preparo. O garotão falou um pouco sobre gostar de fazer comédia e foi isso. Eu juro.

Agora todos os participantes estavam sentados e prontos para debater, mas primeiro Marion Strecker PRECISAVA perguntar mais algumas coisinhas sobre o twitter do Mano Menezes (a quem a própria filha se referia como “o Mano”, o que é meio estranho, confuso, será que é algum caso de incesto bizarro que faz com que o pai dela seja seu próprio mano?) Nessa hora eu já estava mais interessado em ler o spam que se acumula na minha caixa de emails do que ouvir alguma coisa sobre um treinador de futebol, mas Danilo meio que tentou polemizar e transformar aquilo em debate acusando o twitter de Mano Menezes de usar “script” (o esqueminha mutreteiro pra quem quer ganhar um montão de seguidores automaticamente). Não deu muito certo, a conversa durou pouco, o Gentili parecia ter desistido de brigar até porque Marion estava menos pra moderadora do que pra advogada de defesa da dona Camilla Menezes.

Mais ou menos nessa hora o telão chamou a atenção. Era um post de uma garota que dizia “É sério que as mensagens aparecem no telão? OMG! Danilo, me pega!”. Estou parafrazeando, essa coisa esperta que só quem não tá afim de achar o twitt original faz.

Muita gente começou a rir (eu também) e o flood de twitts tentando chamar a atenção a platéia começou, era gente falando que Camilla Menezes era Glória Peres, que Marion Strecker sofria do mau do sanduíche, que falava como uma cabra, etc.

O twitter havia seqüestrado o evento e assim a atenção de todos presentes, mas durou pouco. O telão voltou a exibir o logo do Media On e toda a diversão acabou.

Ao invés de discutirem a fundo o que havia ocorrido Marion Strecker preferiu continuar lendo perguntas da platéia sobre o pseudo-racismo de Danilo e a personalidade dividida de Camilla Menezes, que trabalha sendo o próprio pai na internet.

Camilla não pareceu entender o comentário de que o twitter de Mano Menezes tinha sim um intermediário: Ela. Menezes continuava a dizer somente “Não tem intermediário. Quando ele entra lá, ele lê o que quiser. Quando eu posto algo, ele pode dizer depois que não gostou.” Pois então, só depois da INTERMEDIÁRIA ter decidido o que postar. Mas deixa pra lá, eu não ligo e nem sigo o Mano Menezes no twitter.

Quanto as questões do diploma de Danilo Gentili, sua “falta de controle” quando se trata de postar piadas e comentários no twitter e coisas do gênero, elas foram dispensadas rapidamente por um Danilo que não parecia muito afim de discutir nada. Ele só dizia “É porque é meu, eu faço o que quiser.” e “Eu sou gente como vocês.” Que comentariozinho mais sulamericano. Claro que você é gente como a gente, mas Danilo, gente como a gente não é repórter do CQC, comediante famoso e nem tá ali no palco participando do debate.

Enfim, tudo foi meio corrido, nada pareceu remeter ao tema “Twitters e blogs aproximam fonte e consumidor de informação” e o pobre Altino Machado ficou, como o Acre, meio esquecido ali do lado.

Video Games Live 2009 – Show em São Paulo


12 Oct

Na semana passada, mais especificamente no dia 7 de outubro, rolou o último show da turnê brazuca do Video Games Live em 2009. Eu estava lá cobrindo o evento para o Gamerview e o vídeo desta aventura em terras nerdônicas você pode ver aqui:

Cobertura: Video Games Live ‘09 from Gamerview on Vimeo.

E amanhã tem mais: entrevista em vídeo com a estrela do VGL: Tommy Tallarico.

Applebee’s Cast


17 Jul

O trio mais infame dos podcasts deste blog está de volta!

Claudio Prandoni, Caio Corraini e Gus Lanzetta (eu) detonam vários assuntos do mundo do entretenimento neste super podcast maravilhoso, barulhento e que você TEM que ouvir.

E ASSIM VAMOS EM BUSCA DO MAIS FORTE!

 
icon for podpress  Applebee's Cast [29:37m]: Play Now | Play in Popup | Download

Jean Charles


30 Jun

Imagine-se diante de um desafio: “Aposto que você não consegue fazer um filme disso.” O evento em questão é a morte do Brasileiro Jean Charles de Menezes. O tal desafiado é o Henrique Goldman, que topou e desafio e… Bom, fazer o filme ele fez. Escreveu, co-produziu e co-roteirizou.

image

Toda vez que olho para esse pôster eu leio “STALLONE é Cobra”

Já fui ver o filme com este pensamento na cabeça, não conseguia imaginar como criar uma narrativa cinematográfica com uma vida cujo grande ponto de interesse é seu abrupto fim. Não estou dizendo que só porque o cara morreu levando chumbo na cuca que a vida dele não é interessante, mas a única coisa extraordinária da sua existência parecia ser esse evento, pelo menos para mim e para todos com quem discuti a questão. O filme não me convenceu do contrário.

A primeira cena mostra Jean voltando do Brasil com a prima. Ela está usando um visto de turismo para entrar na Inglaterra, enquanto ele tem um visto de residente (obtido ilegalmente). O papo dele de que ela está lá pra ajudá-lo com o filho recém nascido cola nos oficiais e os dois saem do aeroporto. Ele comemora sua “façanha” de convencer o pessoal da imigração numa cena que parece servir só para, desesperadamente, conseguir a simpatia do espectador, uma certa admiração pela malandragem de Menezes. Comigo não colou e acho que não sou exceção. Aliás, o filme todo é uma grande compilação de eventos mundanos na vida de Jean todos mostrados de maneira a enfiar goela abaixo do público compaixão pelo protagonista. Para se ter uma idéia, o momento “heróico” de Jean Charles é consertar o equipamento de som em um show de Sidney Magal. Não que eu não a queira ver sorrir e cantar, mas é foda. Afinal tudo é um preâmbulo mal disfarçado para a, já esperada, morte dele, logo todo peso deste momento depende da ligação do protagonista com o espectador. Comigo não colou.

A vida de Jean Charles é banal, pelo menos quando mostrada em filme. Ele é um eletricista que faz um monte de malandragens e… E… Putz, é mais ou menos isso mesmo.

Além da vida muito pouco interessante de Jean Charles, o filme decide irritar e/ou entediar mais ainda o público ao utilizar pessoas que conheceram o verdadeiro Menezes. Isso mesmo, Goldman achou uma baita idéia utilizar pessoas comuns no lugar de atores, afinal atuar nem deve ser tão difícil assim né? É horrível e rende algumas risadas até. Cenas que são feitas para passar emoção ou estabelecer personagens lembram mais aqueles episódios de Saturday Night Live onde um apresentador-celebridade muito ruim faz parte dos esquetes.

Além de o diretor Henrique Goldman cagar e andar pra qualidade da atuação dos atores e dos não-atores (ou até não-atuantes) ele ainda é ruim de câmera. Os planos totalmente chapados criam cenas visualmente chatas (em todos os sentidos… menos no de piolho de pentelho) e várias momentos no filme sofrem de movimentos de câmera e cortes que, de tão toscos se tornam aparentes e incomodam até alguém que não entende muito sobre a coisa, como eu.

E nem pra terminar o filme fica fácil, após a morte de Jean, tive de aturar mais uma meia duzia de cenas desprovidas do melhor ator do filme que pareciam existir só para que o Goldman pudesse dizer “Olha, não acaba com ele morrendo.”

Não vou matar ninguém, mas essa crítica acaba por aqui.

[Update: Esqueci de linkar o brother Rafael Gomes que aturou este horrível filme comigo e também escreveu uma crítica.]

Eu Conheço Esse Cara…


27 Jun

Michael Jackson Morreu


26 Jun

Tenho tantas idéias, pensamentos, opiniões sobre esse personagem larger than life que não vou nem tentar falar de nada disso aqui.

Eu nasci com Michael sendo o rei do mundo, vivi todos os dias de minha vida até esse ponto com este fato claro em minha mente e agora que ele morreu.  Com isso fica mais claro que nunca haverá outro rei do pop, a era do astro global já era. E não há dia melhor para se dizer isso do que no dia em que o maior deles bate as botas… Prematuramente.

 

Filho de puta não era

Mas o pai é megera

Com os meninos não sei

Mas dizem que comia, era uma fera

 

Agora se foi

Mas se zumbi virar

Não vai mugir como boi

E sim vai dançar

 

Amanhã é sexta-feira

E eu não vou trabalhar

Michael Jackson

 

O pseudo-poema é uma merda, coisas que se faz de madrugada sem pensar, poeta inconseqüente, tá aí um bom título.

 

E fique com esse pensamento: Michael Jackson foi o maior nerd que já houve… E o maior que haverá.

-

Leia também: http://www.hitfix.com/blogs/2008-12-6-motion-captured/posts/2009-6-25-michael-jackson-is-gone

O Ovo de Tóquio


04 Apr

image

Há umas duas ou três semanas (bem no começo das vendas de ovos de páscoa nos grandes super mercados) o companheiro Prandoni me alertou para a existência de um inusitado item que estava marcando presença nas lojas do Grupo Pão de Açúcar: um ovo de páscoa com o tema de Velozes e Furiosos: Desafio Em Tóquio (vulgo MEU FILME FAVORITO e/ou O MELHOR FILME DO MUNDO).

Ao saber disso corri para o Pão de Açúcar mais próximo na manhã seguinte (pois é, até acordei antes do meio dia) e adquiri uma unidade deste tesouro oval.

image

Quando me deparei com toda a beleza e graça de meu querido ovo de páscoa comecei a imaginar que tipo de acontecimentos catastróficos aleatórios levam a Qualitá a, em 2009, decidir usar a licensa de um filme semi-obscuro de 2006 que não fez NENHUM sucesso (seja de crítica ou de bilheteria) para um ovo de páscoa? Ainda mais um filme que não apela para o público infantil e cuja maioria dos infantes (e dos adultos, convenhamos) nem conhece. Só por que vem com um carrinho de brinde? Um ovo com um carrinho já não seria atrativo o suficiente? E mesmo se a licensa atrai público: vale a pena pagar à Universal pelos direitos de imagem do filme só para vender uns ovos com carrinho a mais? Temo que essas perguntas nunca sejam respondidas.

(more…)

Crítica de Velozes e Furiosos 4


03 Apr

… Mas não aqui.

image

Como você já DEVERIA saber eu sou um fã absurdo do terceiro filme da série: Velozes e Furiosos: Desafio Em Tóquio (o considero o melhor filme do mundo). E fico PUTO pelo filme novo ser ruim. Como eu disse ao Pablo Miazawa (editor da Rolling Stone): "Queria que o filme tivesse sido bom para eu poder chocar os leitores da sua revista de gente iluminada, gente cult, gente que aprecia a arte de verdade, não joguinho e filme de carro."

Deixo-os com uma prévia de meu texto e o LINK para o tal.

“Cenas com carros há várias, mas corrida mesmo é somente uma. E o único furioso é Dom Toretto. Fazer justiça ao título era o mínimo que se podia esperar.”

Meu Pai Blogou


26 Mar

Ele fez cara de ai meu deus e… BLOOOOG. Bem ali no chão. “Aí meu deus! Foi bem no carpete! Vai manchar!” Talvez fosse este o primeiro parágrafo que você esperava depois de ler o título, bem, isso há uns 12 ou 13 anos quando nenhum de nós sabia o que era um blog. Hoje todos nós sabemos o que eles são. Que podem ser cantinhos pessoais cheios de textos irrelevantes ou grandes sites comerciais cheios de todo o tipo de conteúdo que dão dinheiro ao seus donos. Ou podem ser como este blog que você está lendo, que é um pouco de cada.

Bom, talvez este texto não precisasse deste primeiro parágrafo que se passou, mas eu precisava dele, não deveria tê-lo escrito, mas precisava.

Mas é isso ai, meu pai blogou. Depois de muito tempo me falando que não escrevia mais, que não sabia nem queria fazer isso de novo, foi lá e fez. E fez bonito (coisa que não conseguiu fazer com nenhum dos três filhos).

O que me pergunto agora é se ele foi pago para blogar. Tomara que não, isso nos tornaria colegas de profissão. Pai vira colega de profissão e, quando você menos espera, virou cunhado de seu próprio avô, isso nem sempre é bom… Melhor ser cauteloso.

Bom, sem mais delongas (minha especialidade), aqui vai o link para o primeiro texto de Luiz Lanzetta inteiramente criado para a internet. Aproveite (se for possível).