Bem vindo ao post que acompanha o primeiro episódio do podcast Um Hobby Qualquer. Eu estou preparando este podcast há algum tempo e finalmente tê-lo no ar é muito bom.
Cada episódio tem um tema relacionado a games como foco e várias entrevistas com pessoas que jogam e/ou trabalham com games. O objetivo é falar deste hobby e dos infinitos assuntos relacionados a ele através das pessoas que tem uma forte ligação com o mundo dos videogames.
Neste episódio o tema é o jornalismo de games e os entrevistados são todos atuantes nesta área, colunistas, freelancers, editores, etc.
É interessante ver os diferentes pontos de vista de cada um dos profissionais e as opiniões bem divergentes em alguns casos e idênticas em outros. E ver que todos, dos leitores aos jornalistas são postos como os culpados pelos problemas enfrentados hoje pelos profissionais.
Ouça o podcast no player abaixo, ou baixe-o aqui.
Após ouvir, deixe um comentário, ou não.
Links e agradecimentos:
Eu gostaria de agradecer a todos os entrevistados, que doaram seu tempo, paciência e opiniões para este podcast.
E aqui vão alguns links relacionados ao episódio desta semana.
A Life Well Wasted (O melhor podcast da atualidade e inspiração para o podcast Um Hobby Qualquer, feito por Robert Ashley)
Game Blog (Blog da redação da Editora Europa, responsável pela EDGE)
Gamer.BR (Blog do Pablo Miyazawa)
Hadouken (Blog criado por Claudio Prandoni e comparsas)
Tags: entrevistas, Games, jornalismo de games, podcast, Um Hobby Qualquer


Gus já baixei e vou ouvir assim que sair do Trampo e novamente muito bom o nome do podcast
Bom nome, baixarei e darei minhas impressões depois. Abraços
Aew Gus! Te conheço do Gamerview, vou baixar o podcast agora.
Chamar de jornalismo é errado, até porque nem se sabe ao certo o que é ser um jornalista hoje em dia, mas deve ter a ver com ética, e isso é uma coisa que falta muito na IMPRENSA de games no Brasil, especialmente quando você tem publicações que não pagam por colaboradores e muitas vezes fornecem versões baixadas piratas dos jogos.
Ouvi e vou dizer que curti muito essa nova estrutura de entrevistar várias pessoas relacionadas ao assunto. Ficou sensacional mesmo, acompanharei as próximas edições, e sei lá, espero que de certo e dure bastante.
Sucesso Gus. =D
Abraços
Cadê versão pra iTunes ¬¬?
Baixando.
Gostei bastante, ficou muito bom Gus. É interessante ouvir opiniões diferentes opiniões (pelo menos algumas delas) apesar de que existem umas… um tanto estranhas, por assim dizer.
Espero ansioso pelo próximo episódio.
Primeiro, muito bom Gus. Se você manter essa qualidade nos próximos podcasts, escutarei todos.
Concordo plenamente com quem disse que é difícil entrar nessemeio hoje. Simplesmente não se dá atenção para o cara que quer entrar. Mesmo que ele seja ruim, ou não, não dá pra saber sem ao menos ouvir o que ele tem a dizer. É mais fácil chamar o seu amigo do fórum para escrever na sua revista, site ou o que for.
Também concordo com o Fabão que disse que é necessário ler mais, adquirir mais cultura geral e não apenas sobre games. Assim que se aprende a escrever bem, o básico para qualquer jornalista.
O jornalismo de games no Brasil é mesmo fraco. Seja em revista ou qualquer outro veículo. Quando alguém decidir fazer alguma coisa diferente talvez a coisa começe a mudar. Já os blogs, todos iguais. Eu também tenho um e é a mesma porcaria. E eles nunca darão dinheiro, não aqui no Brasil.
Ótimo cast Gus,
- Concordo com o que o Renato Villegas quis dizer, não acho que ele tenha sido infeliz no que ele falou. O exemplo pode não ter servido, PORÉM, isso no mercado de grande São Paulo. No interior isso se aplica perfeitamente. Exitem vários jogos que procuro em revendedores oficiais e não encontro…
Acho que um dos fatores de sucesso é o atendimento ao público, por exemplo, aqui na minha região a revista Old!Gamer não vai chegar, eu pagaria sem pensar os 15 reais da revista. Só que 15 reais + frete não dá.
Isso se aplica também aos consoles e jogos. Não dá pra restringir a disponibilidade dos produtos aos grandes centros, como SP e RJ.
- E concorco plenamente com o Gustavo Petró quando ele fala que o pensamento do público alvo do jornalismo de games só quer saber “tem gráfico???” “o de PS3 é melhor que o de XBOX???”
Isso é ridículo, foi muito bom a Nintendo ter lucrado muito mais sendo simplista ao invés de investir em gráficos.
Os jogos perderam o glamour que tinham anos atrás quando a história valia de alguma coisa e não se o sangue do inimigo tá jorrando a 1080p.
Parabéns, mais uma vez, pela iniciativa e tomara que essa dê certo e vá para a frente. Era muito bom ter um podcast semanal de vocês, pra mim se tornou referência (que muitos outros simplesmente copiaram a idéia)
[...] você chegou a ouvir o podcast do Gus Lanzetta sobre jornalismo de games? Pois [...]
Interessante a iniciativa, gostei das colocações dos entrevistados.
Só um pórem: o áudio ficou baixo em alguns momentos e o som de fundo mais atrapalhou do que ajudou.
Comentando tarde, mas é melhor do que numca.
Quanto vi que o podcast iria ser sério(digo “fora dos padrões Gus Lanzetta), logo pensei que não iria ser bom, até porque o que me faz ouvir os podcasts do Gus é a dose alta de diversão e sem aquelas frescuras de efeitos especiais.
E não é que ficou bom! Não somente no fator diversão, mas principalmente na crítica à indústria e ao jornalismo.
Continue o bom trabalho, porém saiba que senti falta dos velhos podcasts.
Falou!!
Sensacional e quero mais! Só isso que posso falar.
Estou com o Gabriel Morato sobre a tal elite gamer, pois existem MUITOS jogadores, grupos, tribos e nichos contra a mídia atual.
Entretanto, alguns dealers (vendedores) que conheço são um bom exemplo por sempre reclamar da mal formação de opinião dos meios de comunicação para com seu público. Outra vertente é abordada através da certa ”molecagem empresarial” criando pessoas ainda não aptas ao mercado como comentou o primeiro editor chefe da extinta EGM Brasil chamado Renato Villiegas.
Por mim, a verdade enquanto pessoa é que devemos reavaliar os nichos para a conquista do público segmentado, e como jornalista usar mais do nacionalismo ao invés de agir apenas no modo gringo já que a cada ano estamos em busca de mais um veículo de comunicação estrangeiro.
Enfim, valeu pelo espaço e aguado novas sobre a continuação deste post. Grato!